Observando o Simba desde a tenra infância dele, eu aprendi muitas coisas sobre estes significantes animais que convivem conosco. Desde minhas primeiras ideias de escrever como que um cachorro pensava, eu entrei fundo nesta questão.
A primeira coisa que percebi foi a característica do cão andar de quatro patas e não possuir mãos igual aos humanos. Então fui observando que, na falta de mãos, muitas coisas que ele faz é com a boca. Ele brinca com boca, com os bichinhos de pelúcia, carregando-os pra lá e para cá. Qualquer coisa que ele ache interessante no terreno da casa da minha avó, um pedaço de galho ou até mesmo uma pedra que eu coloquei ali no vaso do bonsai, ele pega com a boca, encontra um lugar e começa a morder. Nisto ele usa as patinhas da frente para segurar o objeto com que brinca.
E quando eles estão com coceira? O cão não consegue tocar muito do corpo com as patas ( até lembrei que o ser humano também possui lugares nas costas onde as mãos não chegam). Eu observei que se o Simba tiver uma coceira no ombro ou no rosto, ele usa as patas traseiras para coçar-se com agilidade, raspando a pata, naquilo que chamamos de "cachorro tirando pulga". No rosto, ele é mais cuidadoso, por causa da estética. Brincadeira! Se a coceira for nas ancas traseiras ele dobra o pescoço e raspa os dentes caninos ou dá até mordidinhas até a coceira passar. No meio do corpo eu juro que não sei como que ele faz.
